Dicas básicas, fáceis para fidelizar clientes.

Dicas básicas, fáceis para fidelizar clientes.

1. Escreva coisas à mão

Apesar de vivermos na era da tecnologia, uma nota ou cartão escrito à mão (sim, realmente escrito à mão) ainda são maneiras bonitas e significativas de expressar sua gratidão. Esta estratégia provavelmente não vai levar mais do que cinco minutos e o custo de um selo, mas a chance de causar uma impressão positiva e duradoura aos seus clientes, vale a pena o tempo e esforço.

Se você não está acostumado a escrever estes tipos de notas, tente algo como…
“Só queria dizer OBRIGADO por ser um cliente tão maravilhoso. É uma bênção que alguém tão leal e agradável tenha optado por fazer negócios com a minha empresa. Você é o melhor!”

2. Seja Generoso!

Como dono do próprio negócio, você deve pensar sobre os caminhos que podem alavancar bondade e generosidade como vantagem. Que tal entregar pessoalmente um pedido por mês…com um grande sorriso no rosto? Inclua um cartão-presente com pedidos aleatórios. Envie flores de aniversário para um cliente por trimestre. Uma ação por mês pode gerar um feedback muito positivo, ainda mais hoje com as redes sociais estando tão presente. É muito fácil um caso positivo virar um viral a favor de sua empresa.

Seja criativo e atencioso e observe quão rapidamente os clientes casuais se tornam seguidores fieis.

Como exemplo, a Loja Mestre oferece lojas gratuitas para entidades sociais sem fins lucrativos.

3. Diga “olá” para os bons compradores 

Fidelizar clientes é o coração de todo negócio bem sucedido, então, faça o que for preciso para que eles voltem. Uma ideia bacana é oferecer aleatoriamente descontos ou frete grátis na próxima compra. Informe a eles o motivo pelo qual você está fazendo isso:

“Caro INSIRA O NOME
Ao longo dos anos, você tem escolhido continuamente a minha empresa como parceira de negócios e eu estou verdadeiramente grato por ter alguém como você ao meu lado. Por isso, eu gostaria de oferecer frete grátis na sua próxima compra. Por favor, use o código BESTCUSTOMER para desfrutar da cortesia.

OBRIGADO mais uma vez pelo apoio.
SEU NOME”

Na plataforma Loja Mestre, você tem um relatório com os melhores compradores. Utilize-o.

4. Seja Social

Como empreendedor, você tende a fazer negócios com outras lojas o tempo tempo. Você almoça no restaurante local, conserta o carro numa oficina do bairro, compra flores na floricultura da região, compra mantimentos numa mercearia próxima. Etc, etc.

Se você admira seus negócios, conte às pessoas sua experiência através das redes sociais. Se as outras empresas têm uma fan page, deixe um comentário bacana lá na página deles. Tweet sobre seus negócios e inclua um link em suas contas no Twitter. Poste uma foto no Instagram com o link para a conta do Instagram deles. Inclua um depoimento na página do Linkedin deles.

Ao mesmo tempo que o objetivo principal é fortalecer seus negócios, você está, na verdade construindo sua própria reputação ao mesmo tempo que simplesmente diz algo agradável. Lembre-se, qualquer pessoa que leia seu post sobre seus negócios também está lendo sobre o seu negócio. Este é um cenário win-win (todos ganham)!

5. Ouça com atenção

Mesmo que você seja dono de seu negócio, dê atenção a seus clientes. Converse com eles, tente obter um feedback. Feedback é muitas vezes de graça. Então ouça com atenção e tente melhorar os pontos que sejam negativos.  Obviamente você deve filtrar os feedbacks, nem todos são úteis, mas muitas vezes você consegue absorver muitas ideias.

 

Paraná aprova lei que obrigada lojista a informar histórico de preços

A Assembleia legislativa sancionou no último dia 17 de junho, uma lei estadual que obrigada fornecedores a informarem o histórico de preços de produtos ou serviços em promoção, no Estado do Paraná. A lei de nº 18.805/2016 vai afetar diretamente as lojas de e-commerce do Estado e foi aprovada pelo governador Beto Richa.

De autoria do deputado Bernardo Ribas Carli (PSDB), o objetivo da legislação é ampliar os mecanismos de proteção contra a publicidade enganosa, abusiva e contra métodos comerciais desleais. Para isso, a norma prevê que seja exibido de forma destacada o preço do produto ou serviço nos últimos seis meses e, para cada mês, o menor preço constante em nota fiscal.

“O que observamos hoje é que é comum fornecedores aumentarem os preços poucos dias antes de grandes promoções para causar a falsa impressão de que a mercadoria está mais barata, mas o que realmente ocorre é a indução da população a um erro”, disse Carli. “O que queremos é respeito aos direitos do consumidor, à sua dignidade e proteção dos seus interesses econômicos”, completou.

A Lei foi publicada no Diário Oficial nº 9721, de 17 de junho de 2016, e entra em vigor 90 dias após a sua publicação.

Leia o documento completo: lei 18.805

São Paulo vetou a lei

No Estado de São Paulo, a Assembleia Legislativa chegou a aprovar, em agosto do ano passado, o projeto de lei nº 986/2015 que também obrigava lojas físicas e online a informar ao consumidor o histórico dos preços de produtos ou serviços veiculados como promoção ou liquidação, que reduza o preço do produto ou serviço em valor igual ou superior a 40%. O governador Geraldo Alckmin, porém vetou o Projeto de Lei.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), por meio do Conselho do Comércio Varejista e Conselho de Comércio Eletrônico, comemorou o resultado. Para a Entidade, é desnecessária a regulamentação, visto que no Brasil já existe legislação que estabelece critérios para qualquer tipo de ação promocional. Além disso, há mecanismos que permitem o rastreamento do histórico de preços praticados pelas empresas, como as comparações de preços.

 

“O PL 986 vai contra qualquer tipo de agilidade do setor, principalmente do e-commerce, e acaba engessando todo o processo. A obrigatoriedade é desnecessária, visto que já existem mecanismos para punição das empresas”, ressalta o presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP, Pedro Guasti.

Vale a pena trabalhar com marketplaces?

Este texto tem como objetivo esclarecer e salientar alguns pontos, a fim de ajudar os lojistas a definirem se devem ou não trabalhar com os marketplaces.

Antes de decidir vender seus produtos em marketplaces, recomendamos fortemente um análise em alguns pontos.

1) Preço e concorrência

Quando você se alia a marketplace é bom definir uma margem de lucro agressiva, pois vários concorrentes seus possivelmente estarão vendendo os mesmos produtos no mesmo local. Nunca se esquecendo da comissão do marketplace. Com lucro menor é normal que tenha que se vender em maior quantidade.

É importante analisar bem quais produtos e preço que você irá trabalhar nos marketplaces. Você até pode não competir com preços, o ideal nestes casos é trabalhar com produtos exclusivos, nicho de mercado, evitando assim ter sua margem muito reduzida e até mesmo evitando marketplaces onde já tenham muitos concorrentes.

2) Visibilidade de sua marca

De fato você vendendo via marketplace, sua marca dificilmente aparece. No Mercado Livre, você tem condições de vincular sua marca sem link, de forma discreta, porém nos demais sua marca não tem visibilidade nenhuma. Você só vende e se responsabiliza pela entrega. Para o consumidor ele vai lembrar que comprou no marketplace e não em sua loja.

Os consumidores são atraídos pelo marketing do marketplace, que promove sua própria marca e não de seus parceiros. Então é importante você fazer um planejamento de marketing, seja na embalagem, para alavancar e tentar atrair esse consumidor para seu e-commerce diretamente na próxima compra.

3) Responsabilidades e Logística

O marketplace vende, porém a entrega e garantia é de sua responsabilidade. Sim se o cliente comprar e não receber dentro do prazo ele vai entrar em contato com o local onde ele comprou, ou seja, o marketplace. Se você não resolver o problema logo, pode até ser punido pelo marketplace e banido.

É importante estar preparado e organizado para trabalhar com os marketplaces. Organizar muito bem o processo de logística e suporte. Lembrando que o pós-venda é sua melhor oportunidade para atrair novos clientes do marketplace diretamente para sua loja.

4) Conteúdo

Além do preço, um grande fator competitivo é a qualidade das informações do produto. Descrição detalhada e precisa, informações completas, fotos de boa resolução. As informações do produto podem definir a escolha entre o seu produto e um produto do concorrente.

Também é muito importante se atentar que sites que copiam conteúdo podem ser punidos em termos de SEO, portanto é importante produzir na medida do possível seu próprio texto.

Resumo

Em um contexto geral o marketplace é um bom negócio, principalmente para quem está começando e não pode investir muito em divulgação de sua própria loja. A Loja Mestre possuí integração com B2W, Cnova, Rakuten e Mercado Livre. Destes o Mercado Livre é o que possibilita uma maior visibilidade de sua marca.

No Mercado Livre embora existam muitos concorrentes, ainda existe muito espaço principalmente se você se preocupar muito com conteúdo do anúncio.

A Loja Mestre recomenda para quem quer iniciar com marketplaces justamente o Mercado Livre. Em todos os nossos planos está disponível a integração com o Mercado Livre (limite de 40 produtos no plano CP e ilimitado no plano SD). Ainda é possível trabalhar com preços diferenciados na loja virtual e no Mercado Livre.

Digamos que seu produto é vendido a R$ 140,00 na loja. E você deseja vender no Mercado Livre mais caro, para compensar os 10% que eles cobram da venda. Sem problemas você pode anunciar o produto no Mercado Livre à R$ 154,00.  Isso aliás é uma ótima estratégia para atrair o cliente a sua loja virtual diretamente nas próximas compras.

Outros marketplaces como Cnova, B2W, Rakunten dependem de uma avaliação individual e estudo de mercado antes de entrar. É possível que você entre e não tenha bons resultados, como é possível o contrário. A diferença da operação destes em relação ao Mercado Livre está principalmente na abertura e visibilidade de sua marca.

No geral marketplace é uma excelente oportunidade de conseguir vendas, ainda mais em momento de baixa do varejo. E principalmente sem ter que investir antecipadamente com divulgação, uma vez que você só paga a comissão se vender. Contudo reforçamos que deve-se estar organizado para vender nos marketplaces.