Dicas para alavancar a sua loja virtual

Dicas de como alavancar sua loja virtual

Temos conversado com muitos clientes que nos questionam o que fazer para vender mais, para alavancar as vendas. Se você pesquisar um pouco na internet sobre o assunto, você chega a ficar perdido de tanta informação, e pior é que a informação muitas vezes é deturbada pois cada um quer vender o seu serviço.

Como a Loja Mestre não presta serviços de divulgação podemos explicar um pouco sobre o assunto de forma isenta, sem lhe querer vender nada.

Vamos abordar alguns pontos que consideramos essenciais antes de você investir na divulgação de sua loja. E sim é necessário investir em divulgação. Somente com Google Orgânico (para quem não sabe o Google Orgânico é o resultado de pesquisa de links não pagos) a loja dificilmente terá lucros significativos a curto prazo.

1) Aparência da loja: sim, a primeira impressão é importantíssima. Se atente as cores da loja, se atente a compatibilidade das cores com sua logomarca, ou sua identidade visual. Um erro muito comum que vejo até me nossos clientes é que a logomarca não combina ou contrasta com o resto da loja. Isso cria uma desarmonia que fica evidente de demonstra falta de profissionalismo da loja virtual. Portanto trabalhe o layout, peça ajuda ao nosso suporte. O cliente deverá acessar sua loja e ficar satisfeito de imediato. Caso contrário ele abandona a loja. Essa regra também vale para banners. Banners que não são da largura correta da loja, banners distorcidos ou mal feitos. Isso mais atrapalha do que ajuda.

2) Qualidade da informação: as suas fotos de produtos são boas? Estão em um tamanho correto? O texto descritivo dos produtos traz informações necessárias para o consumidor tomar a decisão de compra? Sem contar no SEO que também é influenciado diretamente pela quantidade de texto e qualidade da imagem. Destaco que a plataforma de Loja Mestre nos modelos responsivos permite aumentar o tamanho das imagens da vitrine em até 30%, consulte o suporte.

3) Preço, meios de pagamento, entrega: isso é básico de mercado, pesquise seus concorrentes como eles trabalham e tente se aproximar do que os principais concorrentes fazem. Mas tudo com pé no chão, lembre-se “não existe almoço de graça”, logo dar frete-grátis, parcelar em N vezes sem juros, você vai pagar por isso. Tenha muita cautela e faça as contas antes para ver se vale a pena.

Feito isso, agora sim você deve se preocupar com a divulgação, mas repetimos, arrume a casa antes de receber visitas. Se não a visita vai embora falando mal de você!

Primeiro passo para divulgação é identificar o seu público alvo. Quem são seus clientes e por onde eles andam na internet. Isso ajudará a você cometer menos erros e economizar na divulgação.

Temos três situações:
1) Cliente novo que nunca visitou seu site
2) Cliente que já visitou seu site mas não comprou
3) Cliente que já comprou com você

O item 1 é o mais complicado sem dúvida.
Existem vários meios de divulgação, marketplace, mail marketing, links patrocinados, comparadores de preços, blogs, afiliados, redes sociais, etc…

Infelizmente o mercado está muito concorrido. A crise que pelos números podemos afirmar que enfraquecendo, prejudicou muitas lojas que na ânsia de vender e se recuperar estão cometendo muitas loucuras, tem piorado mais a situação do mercado de divulgação. Hoje o que podemos recomendar a todas as lojas é:

– Links Patrocinados: google adwords e ou Bing Ads, nem que seja um investimento mínimo de R$ 100,00 por mês, mas penso que é essencial aparecer nem que seja pouco no Google. Já em relação ao Bing ADS ele vem melhorando muito o desempenho dos anúncios. E por não ser tão concorrido quando o Google, está interessante.

– Redes Sociais: Facebook, Google+, Twitter, Instagram, Pinterest … participe de pelo menos 3 postando pelo menos 2 vezes por semana conteúdo nos três. Inclusive no Facebook você pode impulsionar seus posts para ter mais seguidores e alcançar mais pessoas. O legal nessa forma de divulgação é que você pode trabalhar rapidamente com promoções, publicar os produtos diretamente. Para ter êxito recomendo que consiga um bom volume de seguidores de sua página para que cada post de produto realmente chame a atenção de muitos seguidores. O custo seria mais inicial para conseguir o envolvimento, depois não tem mais custo praticamente.

– Mail Marketing: hoje eu não recomendo mais o mail marketing para conquistar novos clientes. O custo de se fazer um mail marketing correto, que não caia no spam, com qualidade é muito alto. Conseguir uma lista limpa e válida e complicadíssimo. O custo não compensa. Mail marketing recomendo apenas para manutenção de sua base, ou seja, dos clientes que você já tem.

– MarketPlace: a Loja Mestre trabalha com vários marketplaces. Porém recomendamos unicamente o Mercado Livre. Sabemos que para alguns segmentos não é muito viável. Porém vários clientes tem tido experiências ótimas. Diria até que vários clientes conseguiram passar o pior da crise do varejo graças ao Mercado Livre. Lembro que é possível você mudar o preço do produto no ML aumentado por exemplo em 10% o preço lá no ML do preço da loja. Isso porque muitos lojistas acham muito a comissão de 10%. Então coloca-se mais 10% no preço e sai elas por elas. Lembramos ainda que só paga quando vende. Diferente das outras divulgação que você investe antes sem saber se vai vender. Vejo muito vantagem e recomendo.

– Comparadores de preço: antigamente era essencial anunciar em comparadores de preço, hoje isso mudou muito. Os comparadores de preço mais conhecidos como Buscapé, ja cotei … atualmente são mais indicados para eletrônicos e eletrodomésticos.

– Google Shopping: vale muito a pena trabalhar com o Google Shopping. É um misto de links patrocinados e comparador de preço. É um pouco complicado no começo a adequação as regras deles, mas é muito eficiente e mais justo que um buscapé da vida.

– Blogs: dependendo do seu ramo, eu acredito que seja a melhor forma de divulgação. Encontrar blogs do seu segmento e negociar colocação ou até mesmo troca de banners. Ajuda no SEO da loja e pode dar ótimos resultados por preços acessíveis. Mas sempre solicite número de visitas média diária, tempo de permanência no site e taxa de abandono. Isso influenciará diretamente os resultados. Quanto mais blogs melhor. Uma boa negociação e você pode divulgar sua loja por muito menos que o google adwords por exemplo.
No item 2 que é o cliente que já chegou ao seu site mas não comprou, indicamos fortemente indico o www.shoptarget.com.br ou www.shopback.com.br. Eles tem uma ferramenta sensacional que consegue identificar por meio de cookies compartilhados (entre centenas de sites, inclusive grandes como polishop.com.br) o visitante do seu site mesmo que ele não preencha nenhum campo de cadastro em sua loja. Ele identifica e permite enviar e-mails com regras que você configura por exemplo, depois de 2 horas, depois de 1 dia, depois de 4 dias, etc … da visita no site. É uma ferramenta ótima que inclusive estamos utilizando na Loja Mestre. O custo é a partir de R$ 299,90 por mês, dependendo do número de visitas na sua loja, etc. Consulte eles para pegar um preço para sua loja, um contato legal lá é a Renata Domingos email: rd@shopback.com.br

Em relação ao item 3, quando já é cliente. Newsletter, uma por semana é adequado. Também recomendamos utilizar as ferramentas que a loja tem como e-mail para aniversariante, cupons de desconto. Ele já é seu cliente, trate-o bem que ele retorna. Isso é o mais fácil e mais barato a se fazer, o resultado a médio e longo prazo e evidente.

Esperamos sinceramente que o texto acima possa lhe ajudar em algo.

Cordialmente, Hildor Schroder .’. Gerente Geral Loja Mestre Lojas Virtuais http://www.lojamestre.com.br

​Tendências e modinhas do e-commerce

A internet sempre foi um ponto de ebulição de ideias e já há algum tempo estamos na moda de StartUps. Então surgem quase que diariamente projetos, ideias (muitas nem tão novas assim) e muita gente querendo empurrar algum produto / serviço novo.
Ideias boas, ideias mirabolantes, ideias utópicas, ideias sustentáveis e não sustentáveis, enfim tem para todos os gostos.
Nós que somos plataformas e desenvolvedores de e-commerce muitas vezes sofremos com tantas “novidades” e temos que aprender a filtrar o que é sério, o que tem futuro e principalmente o que tem uso real e prático. Muitas vezes os clientes não entendem que a teoria a ideia é muito legal e bonita, mas na prática o custo de aplicação e integração de uma ideia é mais cara que o seu benefício.
Nesses dias recebi um e-mail, uma empresa de logística, oferendo serviços de logística (estocagem + frete) para PME. Ai eu te pergunto, qual empresa PME tem condições de ter estoque que justifique contratar um serviço de estocagem? Sério 50% dos meus clientes são PMEs. Muitas vezes 70% do estoque deles é o estoque do distribuidor, tendo em estoque próprio somente o que tem mais giro.
E isso é só um exemplo do que tem ocorrido.
São muitas ideias, são muitos serviços que aparecem. E tentam vender a ideia de que a sua ideia é a nova tendência. Temos vários exemplos, como marketplace, recuperação de carrinho abandonado, clubes de assinatura, e o mais emblemático de todos, os sites de cupom de desconto (Grupon, PeixeUrbano, etc…).
Sempre existirão novas ideias e pessoas fazendo enorme esforço para vender suas ideias, algumas terão sucesso e outras não. O mercado é assim. O problema é que tem uma serie necessidades que o lojista virtual jamais pode esquecer e deve sempre estar melhorando, e neste sentido é que ele deve focar a maior parte de seus esforços.
O que nunca sai de moda, e o que sempre será tendência se chama qualidade e o básico:
1) plataforma confiável, fácil, bonita e intuitiva
2) Produtos com preços bons e descrição detalhada
3) Atendimento prestativo, seja por email, atendimento online
4) Pós- venda (Entrega pontual, comunicação com cliente).
5) Divulgação constante
Estes cinco pontos acima nunca sairão de moda e sempre serão tendência!

Consumidor não compra nada antes de consultar a internet, revela pesquisa

Praticamente todos os internautas (que compõem metade da população brasileira, 106 milhões de pessoas) usam a internet em alguma etapa do seu processo de compra (pré-compra, compra e pós-compra), revela o estudo “Varejo no Brasil: a influência do digital sobre o consumo. Realizado pela Boston Consulting Group (BCG), a pesquisa ouviu 2.500 entrevistados sobre suas atividades online. O impacto desse comportamento já é considerável e deve se intensificar nos próximos anos.

Pré-Compra e Pós-Compra

Até o momento, o impacto da internet é maior na fase de pré-compra. Descobrir, pesquisar e localizar marcas, produtos, serviços e lojas online já representa  de 60% a 70% das pesquisas em sites, redes sociais e buscadores como o Google. Os canais online, como o Facebook e WhatsApp, também são amplamente utilizados pelo consumidore brasileiro para expressar as opiniões de pós-compra, tanto as positivas quanto as negativas (70%).

A influência digital varia de acordo com o perfil do consumidor. A pesquisa apontou cinco segmentos distintos com base na demografia, profissão e renda, grau de adesão digital e hábitos de compra online. Cada segmento possui características distintas e exibe padrões particulares de uso, preferências e desenvolvimento do usuário online.

Entre os diferentes perfis de compra, dois se destacaram pela alta intensidade com que usam a internet para pesquisar e comprar: o dos casais antenados e os nascidos na internet. Juntos, os dois grupos perfazem 50 milhões de pessoas, (25% da população) e valorizam a variedade, conveniência, e interação.

Os consumidores também usam as ferramentas digitais de maneiras diferentes, dependendo da categoria de produto envolvida. Situações em que o preço e a escolha são importantes (caso de celulares, eletroeletrônicos e computadores), as vendas por e-commerce são pequenas (13%), mas pesquisas, comparações e busca de referências nos meios online chegam a 90% dos consumidores.

Combinação de canais

Em outra ponta da escala estão os produtos que são comprados repetidamente, como saúde e beleza. O preço é um fator menos crítico e o engajamento com a marca é alto, assim como a frequência de reabastecimento. Hoje menos de 2% desses produtos são vendidos online, mas as decisões de compra são baseadas em uma combinação de canais online e offline antes de se chegar à decisão.

O uso da internet ainda é predominante entre a população urbana de renda e escolaridade mais alta, mas essas características estão mudando e espera-se uma aceleração do digital no interior do país nos próximos anos. A estimativa é de que até o final da década 65% do território nacional já tenha acesso à internet (atualmente a proporção é de 40%), sendo que as cidades menores deverão ser as grandes impulsionadoras dessa expansão.